TruPcando em Sonhos – BH

A TruPcando em Sonhos BH antecipou a Páscoa e além de muita alegria levou doces e chocolates arrecadados para os moradores de rua da cidade, no total foram:

Barras de Chocolate – 013
Caixas de Bis – 034
Caixas de Chocolates – 100
Sacos de Bombons – 003
Sacos de Balas – 001
Sacos de Pirulitos – 003
Kits c/ (água, suco, doce) – 130
Kits c/ ovinhos e balas – 011
Ovinhos de Páscoa – 053
Ovos de Páscoa – 028
Coelho de Chocolate – 004
Caixa com Coelhinhos – 001 (c/ 20 coelhinhos)
Copos de Àgua Mineral – 120

Sorrisos: Milhares =0)

 

Feliz Páscoa a todos!

 

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TruPcando em Sonhos – PB

O que é ser VOLUNTÁRIO?

Ser voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento  para causas de interesse social e comunitário e com isso melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Existem diversas formas e oportunidades de participaçao, presencialmente ou a distância:

Realizando açoes individuais – Por exemplo: profissionais liberais (médicos, advogados etc.) que atendem a uma organizaçao social ou pessoas carentes, ou outras iniciativas como estimular matrículas de crianças em escolas, alfabetizar adultos, doar sangue, dar aulas de artesanato, incentivar a coleta seletiva de lixo.
Participando de campanhas – Por exemplo: as campanhas de doaçao de sangue, de coleta de livros, de brinquedos, de alimentos, de reciclagem de lixo, do trote cidadao, pela paz, pelo voto consciente, entre outras.
Juntando-se a grupos comunitários – Apoiar a escola pública local, a associaçao de moradores ou atuando em alguma necessidade específica da comunidade como urbanizaçao, saneamento e saúde, etc.
Trabalhando em Organizaçoes Sociais – que atuam em diferentes causas e oferecem inúmeras oportunidades nas áreas da saúde, assistencia social, educaçao, cidadania, cultura, meio ambiente.
Participando de Projetos Públicos – Trabalhando junto as diversas secretarias municipais e estaduais que visam a melhoria da cidade e das condiçoes de vida da comunidade.
Sendo Voluntário em Escolas – Procurar alguma escola pública ou particular. Participar da Associaçao de Pais e Mestres da escola de seus filhos ou de outros projetos ligados ao voluntariado, por exemplo, Escola da Família que funciona nos finais de semana em todo o Estado de Sao Paulo.

Texto original: http://www.voluntariado.org.br

Relato de Experiências

“Faz da lágrima sangue, que nos deixa de pé”

Sempre quis postar aqui, falar algumas coisas bem filosóficas, dizer algumas rimas, contar alguns detalhes, simplesmente comentar.

Quanto tempo temos de trupcando hein meus caros trupqueiros. Muito tempo Trupcando em Sonhos e ainda alguns de nós nem podem definir Trupcando em Palavras. As mudanças, conquistas, problemas, etapas, aprendizados, momentos, grandes amizades, novas amizades, uma família com seus altos e baixos, feios e bonitos, mas especialmente, raros.

Estes raros que crescem, amadurecem, mudam a cada dia. Que vem e se vão, que ficam, que acreditam. Raros que estão com aquela vontade eterna no peito, de viver esta essência e muito mais. Eu era um cara só de palavras, que escrevia coisas belas e quase nunca as realizava. Um cara que tinha uma vontade no peito de fazer algo diferente, pelos amigos, pelas pessoas da rua, por quem passava fome ou até por quem era excluído como eu fui muitas vezes. Um excluído das turmas legais, o cara feio que ninguém queria sair, um zuado pelas pessoas do dia a dia, uma vítima de bullying, que passava seus dias escrevendo, chorando sozinho e ás escondidas, por vários motivos de pressão em cima de mim. Quando comecei a ficar alheio a isso, perco meu irmão de sangue para terras distantes que não irei por agora. E por me tornar alheio a toda forma que pudesse me atingir, segurei a barra de todos no velório e enterro, me internaram acreditando que estava extremamente abalado psicologicamente e porque simplesmente nunca pararam para me ouvir.

“Tempo de dar colo, tempo de decolar”

Após perdemos partes importantes na construção da nossa personalidade, há hiatos e precipícios que parecem nunca ter fundo, ter fim. E no Trupcando em Sonhos, achei o lugar, que eu poderia falar besteiras, brincar, ser meio bobo, ser feio e chato, que as pessoas iriam rir com isso, iriam apostar que eu não fazia alguém sorrir se não fosse ainda mais maluco e livre de todas essas regras da sociedade e se eu deixasse cair as máscaras e usa-se aquele personagem de todo dia para o mundo, só para o mundo e entre nós e para os nossos queridos internos de qualquer lugar, seríamos nós mesmos. Ser eu mesmo é a melhor coisa que fiz, me aceitar imperfeito e saber ouvir o outro que caminha comigo e suas críticas, pois sei que ele também me ouvirá.

“Se lembrar de celebrar muito mais.”

Tenho tentado entender tantas mudanças nas pessoas, na vida, no dia a dia. Escolhas o que fazemos que pode nós levar ao fundo do poço sem mola ou nos fazer felizes como nunca havíamos pensado ser. As pessoas crescem e isso torna complicado a convivência, cada um quer uma independência na vida e acaba fazendo uma independência de amigos, de pessoas de convívio, importantes, que sempre estiveram lá. Comecei a aceitar as mudanças e pesar na balança todas as desconfianças, problemas, atitudes mal interpretadas.

O importante não é aceitar tudo, é compreender o porque acontece e tentar melhorar.

Tá! Parece texto de auto ajuda, parece que não tem chance nenhuma de mudar alguma coisa.

Se um que deseja mudar, acreditar, o mundo em torno dele começa a ver e também querer.

Esperar tudo de todos não levará a mudanças na personalidade de cada um. Nosso direito termina onde começa o do outro, nosso dever só termina se assim sentirmos que é para ser.

Eu sinto que meu dever é escrever.

Não terminaria sem escrever aqui nesse blog.

Que é um lugar pra lembrar o porque participamos, estamos, vivemos, pensamos, em Trupcando em Sonhos.

Não se esqueçam seus raros, desse nome, dessa essência, dessa parte da vida.

É a parte boa de nós, que deixaremos para o mundo.

Anybal – Palhaço Zabatuta ou Zébonete

Hospital de Base (DF)


De início nos perguntam: “o que vocês fazem aqui em pleno carnaval?”

Como não esperávamos a pergunta, paramos durante alguns segundos, e respondemos com um grande sorriso de satisfação: “Viemos nos divertir também!”

E assim começou o ato no Hospital de Base (DF), cheio de aprendizado, e que veio a acrescentar não só o nosso clown, mas também nosso interior pessoal. E apesar de ser a primeira vez em que atuamos com os trupqueiros de Brasília, a todo o momento nos completamos, bastava um simples olhar e tudo acontecia naturalmente.

O que de início era apenas um hospital, a partir do momento em que colocamos nossos “narizes”, virou um lugar cheio de histórias, brincadeiras e alegria. Estávamos diante os vários exemplos de vida, em que cada um a sua maneira nos acrescentou muito. E gostaríamos de citar alguns que marcaram nossa visita:

O Sr. Eu , como ele próprio se apresentou. De início não se mostrou muito receptivo, mas com dedicação e carinho, a trupqueira Tayze (Bsb) conseguiu com que ele nos contasse sua história de vida, seus amores e seus sonhos. E no final quando saíamos do quarto, Tayze, Lais e eu. Ele pronunciou as seguintes palavras: “Que Deus abençoe o trabalho de vocês, que não deixem de acreditar que pessoas boas existem, e que nunca me abandonem!”

Nessa hora foi impossível não se emocionar, e então nos retiramos.

Estávamos receosos em conhecer a Karen, por medo das histórias que circulavam no hospital, por conta de seu “mau humor”. E para nossa surpresa, ela nos recebeu muito bem, e apesar de suas debilitações, cantou 2 músicas com a gente: o rebolation e o canto do canário!

O Sr, Pedro, nascido na Aquidauana, além de simpático, nos divertiu com suas histórias. A trupqueira Érika (Bsb) soube “navegar” junto a ele. E quando entrei no quarto, quis me interar do que estava acontecendo e entrar no clima. Quando a Érika saiu do quarto, ele me perguntou se eu tinha medo de presidiário, sem respondê-lo, ele pediu para que visitássemos o presidiário que estava no quarto ao lado. Uma atitude livre de preconceito da parte dele, queria que fizéssemos o bem, sem o olhar a quem. E assim saímos em direção ao outro quarto.

Com autorização dos policiais, e até por pedido deles, entramos no quarto e preferimos resumir a experiência, com as próprias palavras do presidiário: “Eu prefiro tá aqui, do que na cadeia. E já tinha muito tempo que eu não ria tanto, igual hoje .”

E assim acabou nosso plantão, onde enfermeiras, guardas, pacientes, e palhaços se misturavam em uma coisa só!

Texto por: Joyce, Jully e Lais

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Gostaríamos de agradecer ao pessoal da Trup- DF, por nos receber com tanto carinho e energia (cosmo, rs), e pelas dicas que só nos acrescentarão daqui em diante. Desejamos que essa união entre as Trup’s cresça a cada dia. E que a troca de experiências seja constante!

Segue trecho do livro:

“Meu amor EU TE AMO

Mesmo meu coração se acabando…

Mas eu te amo.”

“Pintar o rosto, vestir a alma e transformar!”  \o/

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 A TruPcando em Sonhos DF, agradece imensamente a  querida @liviamilhomem (escritório d’O Teatro Mágico) pela doação do kit de make’s Catherine Hill.

Sede de mudança.

Que seja feita a vossa vontade...

Que seja feita a vossa vontade...

 Temos sede de mudança, essa é a frase que se encaixa na Trup .

É dificil acreditar que no mundo que vivemos ainda há pessoas que fogem
da sua rotina para estender a mão para o próximo, só não é tão dificil acreditar 
por que eu faço parte desta família.
Agradeço a cada um por contribuir o seu coraçãozinho, a sua alma e sua alegria
com as outras pessoas e que juntos sempre conseguiremos multiplicar
essa alegria.
Eu peço a todos que participam deste projeto, não deixemos nossa criança morrer,
aos 3 anos de existência em Brasília e 2 anos em Gyn, vamos protege-la
com sorrisos e abraços sem espaço, por que juntos sempre teremos essa criança somando mais um ano!
TruPcando em Sonhos, aos poucos aprendi que “É necessário se ironizar para tirar sorrisos” e quanto é importante
um abraço e um sorriso.
Obg, Flores e Floretes.
Érika Franco de Morais- Brasília.
____________________________________________________
Envie a sua homenagem de Níver para a TruPcando!
http://wp.me/pr1Xi-9I

Relato de Experiências – Oficina de Percussão Corporal

Oficina de percussão corporal

Aconteceu nos dias 16, 23 e 30 de maio em Brasília, com dois integrantes da Cia. Andaime de teatro. Alguns membros da TruPcando tiveram a oportunidade conhecer um pouco mais dos sons do corpo, instrumentalização e cantigas.

Conhecimento este que já está sendo aplicado na rotina das visitas no hospital, tanto com as musicas como com as batucadas , à propósito o tal do :Peito, estrala, bate ajuda muito no rap do pintinho da Dra. Lalesca( Jeh )rs.

E aqui fica nosso agradecimento à Cia. Andaime, Lucas e Marília. Conheça um pouco mais:  http://serpentesquefumam.blogspot.com/

vídeo do encerramento da oficina:

http://www.youtube.com/watch?v=rCHKQp5TxXE

Relato de Experiências – Sonhar é imaginar!

Dia das crianças 2009 - Visita ao Projeto Ammar

Sonhar é imaginar.
Sonhar é ver o que ainda não se pode pegar. Esse sonho é um tipo de fé. Esse sonho é um tipo de esperança …

Quem pode sonhar este sonho? Aqueles que estão acordados, em vigília, bem atentos, em alerta, bem vivos.

Não é o sonho freudiano onde o inconsciente se reajusta, se satisfaz e apita um tanto das suas neuroses… Quem sonha este sonho, está de olhos abertos e já se abriu para uma louca mudança.

Então, sonhar seria um tipo de dança? Sim, sonhar é um tipo belo de dança. É uma dança inesperada, é um passo adiante, é um criativo baile que enche os olhos da gente, é uma coreografia que envolve os nossos pés e os lança para frente, para o alvo, para o mais excelente.

Sonhar?… Sonhar é um tipo de loucura iluminada! Ah, esses sonhadores acabam de cara arrumando confusão com a ordem perfeita das coisas tão imperfeitas, exatamente porque desejam iluminar a desordem; derramando luz sobre o caos.

O que eles querem é apontar para o que  torna a vida mais plena, mais bela, mais inteira, mais completa!

Uhum! Sonhar é assim: um tipo de Amor. Quem sonha ama. Quem ama tem esperança. Quem tem esperança dança. Quem dança ilumina a vida!

Marcos Oliveira de Almeida {palavrantiga}

Fonte: Imaginar Design

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