Trupcando em Sonhos – GO


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Depois de um bom tempo sem atos, voltamos!! \õóô/

Com vários pontos de vistas e sentimentos diferentes, compartilharemos com vocês um pouco de como foi o ato no Hospital Materno Infantil (HMI),  realizado dia 15/07/2012, aqui em Goiânia. Esteve presente os seguintes Trupqueiros: Samuel, Thales, Diego, Mariana, Maressa, Alfredo, Juliana e Joyce.

Nada melhor, que deixar em palavras a experiência.

“Logo após a chegada, preparação e maquiagem que foram feitas na enfermaria 1,(…) acredito que o preparar nos ajudou na inspiração para as visitas e colocou todo o grupo na mesma sintonia e motivação necessária para os encontros que teremos. E por mais que parecesse que seria um ato distante, houve uma sintonia tremenda. O grupo saiu organizado em quartetos e fomos direto para a pediatria. Chegando lá, havia apenas três quartos, fazendo assim com que o grupo não se dividisse da forma esperada. Seguimos indo para o ambulatório (pronto-socorro), onde houve música e balões. Antes de seguir para a maternidade e geriatria (clinica geral), demos uma espiada na UTI-NEONATAL. Bem, mãos limpas, olhares apreensivos de alguns, ansiosos de outros. Conhecemos o Caio, a Elisa e a Ana Paula e tudo que pudemos oferecer naquele momento foi força e fé, e músicas cantadas pela alma, acredito. Senti olhos marejados que cantavam: “Se eu roubei, se eu roubei teu coração. É porque, é porque te quero bem.“ (…)” [Maressa Queiroz]

“O que mais me emocionou no Hospital foi, enquanto estávamos na UTI, uma avó, que estava com sua netinha num estado bem ruim, e que, quando estávamos com ela, começou a chorar. Quando ela me abraçou e me disse obrigada, eu entendi que, de todos que estavam lá, ninguém precisou mais de nós que ela.” [Juliana Gaioso]

“Queria dizer que estou muito feliz por ter participado desse ato e ver que trabalhos como esse, faz mesmo a diferença. Passamos algumas vezes na porta do quarto do Cauã e toda as vezes ele estava sorrindo e eu lembro quando chegamos lá pra conversar com ele não estava muito animadinho. E teve o outro menino no quarto dele também o João Vitor que estava dormindo e depois voltamos lá pra falar com ele e ele também ficou feliz. (…) espero melhorar e continuar participando de atos como esse.” [Mariana Moreira]

“Se eu pudesse resumir o ato de hoje, no Materno Infantil, em apenas uma palavra, ela seria: surpreendente. Eu, assim como os outros trupqueiros que já passaram por lá antes, estávamos com saudade daquele lugar. E quem ainda não tinha ido e pôde participar hoje, deve estar com esse mesmo sentimento agora. (…) nós nos divertimos, levamos um pouco de alegria sim, mas, acima de tudo, nos emocionamos e foram eles quem deram alegria para nós. É gratificante ver que todos têm felicidade guardada dentro de sí, mesmo em situações ruins, e mais gratificante ainda é ver que podemos fazer parte de tudo isso.”  [Diego Miranda]

QUE POSSAMOS CONTINUAR A BRILHAR DIANTE DO MUNDO!

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Trupcando em sonhos participa do 2° Misturarte

Misturarte

O Trupcando em sonhos tem a honra de dizer que está presente no Segundo encontro Misturarte promovido pelo circo lahetô .

O evento visa juntar todo tipo de arte em prol de um bem maior,  acontecerá dia 04/Junho/2011 na lona do circo a partir das 21h. Com o intuito de arrecadar subsídios para ajudar na construção de uma casa para uma família carente.

Por este e outros motivos que o Trupcando em Sonhos Goiânia sempre participa. O Circo laheto faz um trabalho social bastante digno. Trabalham com crianças de comunidades carentes que estão nas ruas,  levando elas para o circo, lhes dão uma formação artística e de caracter formando pessoas e construindo um lugar melhor para todos nós.

Então fica o convite a todos que quiserem participar.

+ Informações sobre o evento:

Para Curtir e se informar: http://on.fb.me/misturarte

Para Confirmar a presença: Confirme na sua agenda

Onde: Av. H, esq. c/ 72 (Parque da Criança) – Jardim Goiás (Estacionamento do Serra dourada), 74810070 Goiânia, Brazil

Quando: 04/Junho/2011

Horário: A partir das 21h

Quanto: R$: 5,00

O que terá no evento:

– Na Música:

— Dias de Noite (Banda do Trupqueiro de Goiânia – Washington)

— Vida Seca

— Fantoches Anônimos (A confirmar)

— No Circo e Teatro

— Laheto
— Os Kakos
— Trupcando em Sonhos

– Na Fotografia

— Ana Clara

— Laisa Vasconcelos

Hospital de Base DF

Moça do Girafas, Formosa Dra. fulô, Dra. Pimpolha Repolha, Médica purpurinada, Moça do Pijama.

Moça do Girafas, Formosa Dra. fulô, Dra. Pimpolha Repolha, Médica purpurinada, Moça do Pijama. E a cabide Marlise

Quando passamos pelos corredores do HB as pessoas acenam e dizem: Vocês vão ver as Crianças?? Estes palhaços se entreolham com aquela cara pamonha amassada e respondem :” Ahaaaam”. Mal sabem elas que nossa farra começa antes de chegar às crianças: no corredor , metrô, escada e até mesmo naquele carrinho cheiroso, cheeeio de coisas gostosas. Aquelas moças que vestem um pijama cor de rosa que mais parece com o uniforme do girafas são as “pilotas” do tal carrinho do lanche *__* a gente vive tentando bolar uma estratégia para conseguir pelo menos um suquinho ou uma frutinha, qualquer coisinha pra tampar o buuraco do dente maaaaaaaas.. elas são mais espertas e sempre aceleram… ¬¬’ assim a gente continua o expediente, com o estômago aos berros, pra  variar.

Aahh e sem falar nas médicas, agora tem algumas que usam o jaleco iguais aos nossos, [lá na xapoquinnha eles chamam de inveja isso ai, sabe..] mas eu duvido muito que os delas vieram de Paris[cida do norte] . Tem doutora também que anda abusando da maquiagem para Tentar eu disse TENTAR chegar aos pés da Beleza e formosidade da Dra. Fulô. Um dia que eu estiver de bom humor eu ensino umas técnicas de Make pra ela =D.

[Look no Batom beringela purpurinada da Doutora.] 

Por:Yze Alves / Firulas: Mylla ^^

Ato – Hospital Materno Infantil (GO)

Horário de chegada : 14h

Horário que todos estavam presentes: 13:45h

Brincadeiras a parte, o ato se mostrou diferente a partir desse momento. Porque os integrantes nunca chegam no horário (falo mesmo, rs), quem dirá 15 minutos antes. Mas assim aconteceu, e então o ato começou!

Sim, quando todos se reúnem é o começo de tudo que vem pela frente, é o nosso momento de preparação, aquele que deixamos nossas divergências lá fora, bem longe e damos vida ao nosso palhaço, a nossa pureza!

De fato, havia um certo receio a respeito de tudo que poderia acontecer ali. Mas em pouco tempo esse medo foi quebrado, e a interação do grupo começou a fluir.

Colocamos chuchinhas (até nos médicos), colares havaianos, balões espalhados em todos os quartos do hospital, e distribuímos balinhas mágicas! Sim, todos que lá estavam entraram no ritmo e deram atenção aquele grupo de palhaços que tentavam tranquilizar as dores com um simples sorriso!

O que cada um sentiu ali, muitas das vezes não vai ser traduzido em palavras. E não cabe a mim nem se quer tentar fazer isso.

Mas gostaria de destacar 2 acontecimentos que me marcaram muito :

1º ) Uma senhora passou por mim chorando, me puxou e me abraçou bem forte, logo após contando que a nora acabara de falecer. Por mais que conversemos a respeito de tranqüilizar alguém que acaba de perder um ente querido, quando acontece, por um instante o chão e as palavras fogem. Mas eu respirei fundo e conversei com ela, perguntei se eu podia ensinar a ela uma música bem alegre, e ela disse que sim. Enquanto eu cantava, ela foi se acalmando, parou de chorar, e me agradeceu por aquele momento que havia feito uma diferença a ela. Então ela foi embora, deixando um grande sorriso comigo.

2º) Havia apenas 1 bebê em uma das salas de UTI pediátrica, ele estava na incubadora, tão pequenino e com vários aparelhos. Se remexia muito, parecia bem agoniado com tudo aquilo que o cercava. Entrei sozinha nessa sala, conversei com a enfermeira, e enquanto eu cantava uma musica bem calma, o bebê se tranqüilizou e dormiu, e quando olhei a enfermeira ela estava com os olhos marejados, e dizendo que adorou a música!

“levo meu canto puro e verdadeiro, eu quero que o mundo inteiro se sinta feliz” ♪

Eu canto muito mal, mas isso foi uma prova de que quando fazemos as coisas com amor. Tudo faz a diferença, mesmo que pequena! \õ/

Assim chegamos ao consenso final, uma breve síntese:  “Um ótimo ato, principalmente a nós integrantes que recebemos e aprendemos tanto!”

Quando houver reunião ou ato , que o brilho de cada um se acenda, reluzindo o que há de mais belo dentro de nós. Obrigado Trupqueiros e Trupqueiras!

Joyce Marques .

Relato de Experiências

“Faz da lágrima sangue, que nos deixa de pé”

Sempre quis postar aqui, falar algumas coisas bem filosóficas, dizer algumas rimas, contar alguns detalhes, simplesmente comentar.

Quanto tempo temos de trupcando hein meus caros trupqueiros. Muito tempo Trupcando em Sonhos e ainda alguns de nós nem podem definir Trupcando em Palavras. As mudanças, conquistas, problemas, etapas, aprendizados, momentos, grandes amizades, novas amizades, uma família com seus altos e baixos, feios e bonitos, mas especialmente, raros.

Estes raros que crescem, amadurecem, mudam a cada dia. Que vem e se vão, que ficam, que acreditam. Raros que estão com aquela vontade eterna no peito, de viver esta essência e muito mais. Eu era um cara só de palavras, que escrevia coisas belas e quase nunca as realizava. Um cara que tinha uma vontade no peito de fazer algo diferente, pelos amigos, pelas pessoas da rua, por quem passava fome ou até por quem era excluído como eu fui muitas vezes. Um excluído das turmas legais, o cara feio que ninguém queria sair, um zuado pelas pessoas do dia a dia, uma vítima de bullying, que passava seus dias escrevendo, chorando sozinho e ás escondidas, por vários motivos de pressão em cima de mim. Quando comecei a ficar alheio a isso, perco meu irmão de sangue para terras distantes que não irei por agora. E por me tornar alheio a toda forma que pudesse me atingir, segurei a barra de todos no velório e enterro, me internaram acreditando que estava extremamente abalado psicologicamente e porque simplesmente nunca pararam para me ouvir.

“Tempo de dar colo, tempo de decolar”

Após perdemos partes importantes na construção da nossa personalidade, há hiatos e precipícios que parecem nunca ter fundo, ter fim. E no Trupcando em Sonhos, achei o lugar, que eu poderia falar besteiras, brincar, ser meio bobo, ser feio e chato, que as pessoas iriam rir com isso, iriam apostar que eu não fazia alguém sorrir se não fosse ainda mais maluco e livre de todas essas regras da sociedade e se eu deixasse cair as máscaras e usa-se aquele personagem de todo dia para o mundo, só para o mundo e entre nós e para os nossos queridos internos de qualquer lugar, seríamos nós mesmos. Ser eu mesmo é a melhor coisa que fiz, me aceitar imperfeito e saber ouvir o outro que caminha comigo e suas críticas, pois sei que ele também me ouvirá.

“Se lembrar de celebrar muito mais.”

Tenho tentado entender tantas mudanças nas pessoas, na vida, no dia a dia. Escolhas o que fazemos que pode nós levar ao fundo do poço sem mola ou nos fazer felizes como nunca havíamos pensado ser. As pessoas crescem e isso torna complicado a convivência, cada um quer uma independência na vida e acaba fazendo uma independência de amigos, de pessoas de convívio, importantes, que sempre estiveram lá. Comecei a aceitar as mudanças e pesar na balança todas as desconfianças, problemas, atitudes mal interpretadas.

O importante não é aceitar tudo, é compreender o porque acontece e tentar melhorar.

Tá! Parece texto de auto ajuda, parece que não tem chance nenhuma de mudar alguma coisa.

Se um que deseja mudar, acreditar, o mundo em torno dele começa a ver e também querer.

Esperar tudo de todos não levará a mudanças na personalidade de cada um. Nosso direito termina onde começa o do outro, nosso dever só termina se assim sentirmos que é para ser.

Eu sinto que meu dever é escrever.

Não terminaria sem escrever aqui nesse blog.

Que é um lugar pra lembrar o porque participamos, estamos, vivemos, pensamos, em Trupcando em Sonhos.

Não se esqueçam seus raros, desse nome, dessa essência, dessa parte da vida.

É a parte boa de nós, que deixaremos para o mundo.

Anybal – Palhaço Zabatuta ou Zébonete

Relato de Experiências – Hospital de Base

É magia ?

como é essa história de cara limpa ?

sem maquiagem ?

sem personagem ?

É realmente inexplicável, Hospital de Base é sinônimo de tinta na cara somado a um narizão vermelho, e não há o que defina melhor. Como é? aquela tinta é mágica ? E aquele nariz? deve ser coisa de outro mundo, certeza. Muda as coisas tão de repente… Sei lá, se entras parece que é ‘A’ iluminada, não precisa nem abrir a boca pra falar metade das baboseiras que surgiu na tua mente sabe Deus porque, nem cantar feito apito desafinado. NÃO! NÃO precisas disso, se tens o nariz exageradamente grande e vermelho e alguns toques de make no rosto, isso basta, o sorriso é instantâneo vem feito o vento, espontâneo, sem lenço, sem documento. E nessa hora nos tornamos egoístas, porque os olhares seja lá de quem for são todos direcionados a nós, aaaaaaaah que sucesso! Seja lá do Doutor House, o fingido a bravão, que tem no fundo no fundo tem o coração molin molin , seja de quem fala no telefone, o olhar é discreto, mas percebo e ainda intrometemos na conversa, seja da enfermeira fazendo procedimentos que hoje não está com a melhor cara, seja da daquela criancinha internada que tá beeem malzinha sabe ? ou daquela que tá perambulando pelo corredor, serelepe cheia de tubinhos pendurados, fingindo que ali não é hospital, seja da tia do metrô( ôoo mulher aperriada!) ou da guardinha dona bonita que vai ao banheiro retocar o batom, e o seu companheiro de trabalho que quer bancar o sério, e finge não querer gracinha, do vovô tarado da portaria( aaaaai credo, sai correndo!) seja da Rede feminina de combate ao câncer, ou do SAV sei lá, que amooooooooor de vovós gente, como pode ? uma mais simpática, e carinhosa, e mimimi que a outra! Sem esquecer da belíssima vovó fadinha e da Rainha do SAV, eis Dona Maria Tereza, quanto encanto! aaah existe também a Socorro é só chegar lá e: ‘ Pronto, Socorro! ‘ tem gente que chama de PS, povo maluco né? seja o vovô vegetariano de Alto Paraíso cheio de brilho e história pra contar ou qualquer um, até mesmo o fulano que acordou no mal humor da vida, afinal somos metralhadas constantemente por olhares, sejam eles tímidos, discretos, retraídos ou não, e principalmente por sorrisos, de cantinho de boca ou daqueles de orelha a orelha.. há quem nos atinja de outra forma seja só acompanhando com cabecinha e escutando atentamente tudo que falamos( Helloo Karenzinha!) ou apenas bacando o cantor durão, todo tímido, sapeca que só quer mandar nas palhaças bobinhas e soltar suas bolhas cheia de luz estelar ( né Luanzinho xodó? )… e FELIZMENTE e satisfatoriamente nos acertam em cheio! Carregam nossas energias, nos dão força pra continuar, e assim somos presenteadas semanalmente… sem nem saber explicar..
Agora vai você tentar entrar normalzinha ali dentro, ou pelo menos tentando ser, sensação de bobona tola sabe ? quer rir, falar, brincar e cantar pra todo mundo, mas não dá, um sentimento acanhado.. ‘Geeeeeeeente eu tô aqui! ‘ …Pooouxa vida, ninguém nos reconhece, as crianças nem ‘tchum’, tão estranho.. és um qualquer em meio a tantos..
mas que tinta é essa meu Deus ? que nariz fascinante… é magia ?

afinal ‘descobrir o verdadeiro sentido das coisas é querer saber demais, querer saber demais.. ‘

Por:  Mylla de Lima – Dra: Lombriga.

Relato de Experiências – Hospital de Base 1 Parte

Segunda , 09-08-2010 Brasília

Dras: Lombriga (Mylla), Lalesca (Jeh), Pimpolha Repolha (May), Fulô (Tayze), Ériket (Érika),Cabide: Neiva.
Andares: Sétimo, Oitavo e Pronto Socorro.

No sétimo e oitavo andar encontramos vários pacientes com o mesmo sintoma: riso froxo!

Assim que um demonstrava esse sintoma, o quarto todo se enxia de gargalhadas, as enfermeiras entravam atrás da gente só pra conferir se estava tudo bem. Mas elas nem imaginam que esse sintoma é acima de tudo uma cura, não um problema… e esse segredo fica entre só entre nós, ok?

Visitamos nossa amiga de sempre, a Karen que tem olhos azuis como o mar (ela mesma diz isso). Descobrimos que ela é portuguesa e sabe falar inglês!! E quando tentamos cantar ‘Folia no meu quarto’, logo ela reagiu: ‘sossega, sossega!’.. aaaah Karen! Então ficamos de levar músicas novas da próxima vez já que ela não gostou muito da última. E hoje nossa flor nos surpreende, ao dizer que sofre, deixando as Doutoras com um taaaaanto de ciscos nos olhos..

No Pronto Socorro, uma senhora toda linda pediu pra gente conversar um pouco com sua mãe, a Dona Maria! Ela ficou encantada com tantas cores, sorrisos e histórias. Pediu pra gente adivinhar a idade dela, tentamos várias vezes mas nada de acertar, chutamos 70 e ela falou “mais 14”. Mas não era possível, ela não aparentava 84 nem brincando! Perguntamos o segredo, ela falou que aquela era a primeira vez que ficava internada, que sempre teve uma saúde ótima porque não come carne! (a Doutora Pimpolha Repolha adorou isso rs).

Depoimento do nosso “cabide”: Eu sou cabide e foi a primeira vez que eu participei de uma visita no hospital como trabalho voluntario. Eu nunca me senti tão bem, tão feliz e realizada porque levamos sorrisos pras pessoas que pensam que os os sonhos ja foram enterrados, que só ha espaço pra lagrimas e angústias. Em cada olhar eu pude ver esperança, carência e sei que algumas daquelas pessoas se sentiram vivas pelo menos por alguns instantes! É tao bom tirar sorrisos, alegrias e emoções de dentro de mim pra dar pras pessoas, é prazeroso saber que posso levar paz e esperança e assim busco vivenciar a solidariedade na busca da paz interior e relacional. Mais uma vez tive a certeza de que é isso que eu quero fazer, é essa vibração que eu quero sentir, é isso que eu quero levar: o sorriso e a esperança de um futuro estampado no meu peito!!

E assim, num dia tão intenso, uma imensa bola de sabão, daquelas bem bonitas, sabe ?

‘Se água nos olhos do palhaço molha…’

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